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Feriado prolongado

Feriado prolongado. Ebaaaaaaa!
Eba nada!
Eu estava me recuperando da dramática (e digna de filme) morte da minha avó materna quando o feriado chegou. Com chuva e frio.
Não satisfeito, acordei na sexta-feira ruim. Ruim não, péssimo!
Minhas amídalas resolveram inflamar-se. E se inflamaram tanto que tive febre, ânsia de vômito (seguida de muito vômito), fraqueza e tudo o que o pacote dá direito.
Observando tudo, meu estômago não se fez de rogado: boom! Minha gastrite também resolveu dar as caras.
Aí já viu, né?
Toooca dona Sônia levar o filho enfermo pro hospital (lotaaaado de gente dando o cano no serviço na emenda do feriado).
Me colocaram numa cadeira de rodas e me passaram na frente. Todo mundo me olhando. Vergonha.
Eu estava tão mal que tomei três soros, mais a medicação na veia.
Em seguida, veio a bezetacil. Nádegas, coxa, joelho, batata da perna, pés, dedos... tudo doía.
Eu estava tão mal que até comida a médica me deu. Chegou lá uma embalagem escrito "Ricota", mas que dentro tinha um lanche de pão de forma com ricota e peito de peru, um suco de maçã industrializado e uma maçã.
Nunca vi médico dar comida pra paciente, mas...
Saí do hospital horas depois. Sem dor, mas um pouco mole ainda.
Passei o sábado todinho de molho, recarregando a bateria.
Me sobrou o domingo. Aproveitei e fui passear, era churrasco!
Mas, pra encerrar com chave de ouro, não era churrasco nada. Nem tinha comida.
Ficamos jogando piff-paff e vendo o Timão perder de 3x0...